quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Stryper – The Covering (2011):



Por Davi Pascale

Banda de hard rock cristã brilha em álbum de covers criado em 2011. Ao contrário do que possam imaginar, tracklist não foca bandas gospel.

Regravar canções clássicas, bandas clássicas, é sempre algo complicado. Como essas musicas já estão em nosso DNA, muitas vezes, a comparação acaba sendo inevitável. E artistas endeusados costumam ter fãs xiitas. É impressionante o que vi de gente malhando esse álbum na época. E muito injustamente, diga-se de passagem.

O pessoal do Stryper sempre mandou bem. Oz Fox sempre foi um guitarrista de primeiro time. E Michael Sweet sempre impressionou no trabalho vocal. O que esse cara canta em discos como In God We Trust e Against The Law não é brincadeira. Sem querer desmerecer os demais instrumentistas, que também são muito competentes, os dois sempre foram, para mim, o diferencial do grupo.

Algo que sempre foi questionado no Stryper é sobre o quão fiel eles são aos princípios religiosos. Muitos os acusam de estarem nessa apenas por dinheiro. Esse rolo todo ganhou força justamente quando lançaram o Against The Law. Como os álbuns anteriores haviam conseguido emplacar algumas músicas na MTV da época, eles tentaram fazer um álbum sem contar com letras cristãs para ampliar seu publico. E a atitude não foi bem vista entre seus seguidores.

Essas pessoas, certamente, ficaram inconformadas novamente com esse álbum. Existem grandes bandas dentro do universo white metal. Alguns exemplos: Guardian, Bride, Whitecross, King´s X, Holy Soldier... Mas esse não é o foco do disco. Aliás, não temos nenhuma canção nessa pegada aqui. Pelo contrário, resolveram homenagear grandes nomes do rock n roll como Scorpions, Black Sabbath, Kiss, Iron Maiden, Ozzy Osbourne, Deep Purple. E o resultado final é excelente.

Como disse anteriormente, os caras são excelentes músicos. O material é incrivelmente bem executado. E, como disse, Michael Sweet é um puta cantor. Na minha opinião, está entre os melhores da atualidade. O cara só pegou pedrada e se saiu muito bem. De boa, cantar Rob Halford, Bruce Dickinson, Ronnie James Dio, não é tarefa para qualquer um e o rapaz fez bonito.

Os arranjos, na maior parte do tempo, se mantêm fieis aos originais. Por vez ou outra, ganham um pouco mais de peso, mas nada a ponto de deixar o ouvinte revoltado. Há alguns momentos em que eles deram uma ousada, como em “Shout It Out Loud” (Kiss), onde mudaram a palhetada da guitarra e “Over The Mountain”, onde criaram um novo solo, mas nada que faça neguinho ficar salivando, dizendo ‘que absurdo’. Aliás, o solo de “Over The Mountain” ficou bem interessante. É claro que não supera o original, mas ficou bonito.

Os grandes destaques do disco ficam por conta de “Set Me Free” (Sweet), “Lights Out” (Ufo), “On Fire” (Van Halen), “Blackout” (Scorpions) e a inédita “God”. Hard rock poderosíssimo que conta com um ótimo refrão e uma pegada meia 80´s. Quem curtia os primeiros LP´s do conjunto, irá se identificar com esse som. Discaço!!!!

Nota: 9,0 / 10,0
Status: Divertido e empolgante

Faixas:
      01)   Set Me Free (Sweet)
      02)   Blackout (Scorpions)
      03)   Heaven And Hell (Black Sabbath)
      04)   Lights Out (Ufo)
      05)   Carry On Wayward Son (Kansas)
      06)   Highway Star (Deep Purple)
      07)   Shout It Out Loud (Kiss)
      08)   Over The Mountain (Ozzy Osbourne)
      09)   The Trooper (Iron Maiden)
      10)   Breaking The Law (Judas Priest)
      11)   On Fire (Van Halen)
      12)   Immigrant Song (Led Zeppelin)

      13)   God (Stryper)

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Rush – The Garden (2013):





Por Davi Pascale

Trago hoje uma dica para os colecionadores. Não tem muito tempo que escrevi sobre um compacto do Deep Purple, lançado pela Record Store Day. Pois bem, dessa vez tratarei de um disco do Rush, também lançado pela Record Store Day.

Mais uma vez, temos 2 músicas presentes. A diferença é que dessa vez temos 2 versões de uma mesma música. Nesse caso: “The Garden”, uma balada do álbum Clockwork Angels. No lado A, temos a versão do disco. No lado B, uma versão ao vivo. Trata-se da mesma versão do DVD ao vivo Clockwork Angels Tour. Esse disco chegou às mãos do publico um pouco antes do lançamento do vídeo, portanto, quem conseguiu pegá-lo na época, teve acesso à uma música, em primeira mão, do até então novo trabalho do trio canadense. Infelizmente, só tive acesso agora. Portanto, já conhecia ambas as versões. De todo modo, é um belo item de colecionador.

Outra mudança é o formato. O compacto de “Black Night” mantinha o formato 7”, com a mesma arte do LP In Rock. De curiosidade, tínhamos o vinil azul. Aqui, os músicos optaram por lançar o álbum no formato de 10”. E também optaram por lançar o vinil no formato picture. Ou seja, a arte vem estampada no próprio disco e não na capa. As imagens escolhidas foram duas imagens exibidas no telão do show enquanto tocavam a música do disco. Fazem parte das famosas projeções que os músicos exibem.

Imagens utilizadas no disco

Tem muita gente que questiona a qualidade de discos pictures e de discos coloridos. Dizem que pecam na qualidade de som. Discutível. Na verdade, depende mais da maneira que o álbum foi prensado e da gramatura do disco. Quando optam por criar vinil nesse formato, o ideal é que peguem mídias um pouco mais pesadas. Tenho LP´s coloridos com qualidade de som perfeita e LP´s pictures com qualidade excelente também. Esse é um deles. A qualidade de som do disquinho é muito boa.

“The Garden” foi a faixa utilizada para encerrar o disco na época. A música é uma balada muito bem construída, com violões e orquestrações, e na época causou polêmica entre os fãs por conta do conteúdo da sua letra. Nela, o personagem descreve sentimentos e memórias sobre eventos que marcaram sua vida, através de uma metáfora. Muitos admiradores acreditavam que era uma indireta sobre ser seu ultimo álbum. Que, desse modo, encerrariam o disco e sua trajetória. O trio segue tocando, mas até o momento nenhum outro álbum de inéditas foi lançado. Será? Eu acho que eles ainda lançam, pelo menos, mais um disco...

A versão ao vivo é bem fiel e, conforme esperado, incrivelmente bem executada. O grupo nunca fez feio em cima de um palco (aliás, os três são exímios músicos) e aqui não é diferente. Se você não é muito fanático pelo trio, vale mais investir no DVD ao vivo. Se você idolatra os caras, vale a pena correr atrás do disquinho. Afinal, a prensagem é limitadíssima. É certeza que daqui uns anos, você terá algo bem valioso em suas mãos. 

Nota: 9,0 / 10,0
Status: Ítem de colecionador

Faixas:
      01)   The Garden (Versão Estúdio)
      02)   The Garden (Versão Ao Vivo)

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Megadeth – Hidden Treasures (1995):





Por Davi Pascale

Em 1995, o Megadeth soltou no mercado um álbum de raridades. Coletânea bem legal e essencial na coleção dos fãs.

Esse tipo de coletânea é muito bacana. Fora os discos que os artistas soltam, muitos deles (todos?) possuem várias faixas perdidas lançadas em compactos, trilhas sonoras, álbuns tributos, projetos especiais. Material que é difícil de se colecionar. Normalmente se faz isso apenas com aquela ‘banda do coração’. Nos demais, tendemos a ficar na discografia básica. A ideia dos garotos foi justamente compilar esse material em um CD. Nesse caso, a maioria vinha de trilhas sonoras.

Metade do álbum já era meio que manjado entre os fãs que são um pouco mais fieis. “Angry Again”, lançada originalmente na trilha de Last Action Hero (O Ultimo Grande Heroi), tornou-se um grande hit de FM. Trata-se daquela música midtempo, meio no estilão de “Symphony of Destruction” (Countdown to Extinction) ou de “Trust” (Cryptic Writings). “99 Ways To Die”, vinha da trilha sonora Beavis and Butt-Head Experience. Embora mais pesada, a faixa mantém aquela pegada mais melódica, que passaram a explorar com maior clareza no álbum de 1992.

Para quem viveu os anos 80, a versão de “No More Mr Nice Guy” também já era manjadinha. A versão, um pouco mais acelerada que o original, foi lançada na trilha de um filme chamado Shocker. Álbum bem procurado entre os colecionadores por conter uma faixa inédita do Paul Stanley, do Kiss. Entre os fãs de Mustaine, o álbum era um must have porque o cover do Alice Cooper era a primeira gravação de Nick Menza com a banda. “Go To Hell” também era bem procurada entre os colecionadores. Lançada originalmente na trilha de Bill & Ted´s Bogus Journey, seu clipe era uma constante nos programas da MTV que eram voltados para uma temática mais pesada.

 A mais manjada de todas é, certamente, o cover de “Paranoid”, registrada no Nativity In Black. Muito bem interpretada, a faixa ganhou um ar de diversão ao manterem uma brincadeira de estúdio no final da música. Quais são os grandes achados, afinal?

Não sei se dá para chamar de achado, mas “Diadems” da película de terror Demon´s Knight não era tão popular na época, ao menos aqui no Brasil, e nem “Breakpoint” (lançada no Super Mario Bros), uma faixa abandonada da época de Countdown To Extinction que apresenta um riff de guitarra bem legal.

De brinde, os caras soltaram um cover de “Problems” do Sex Pistols, inédita até então. A versão deles não ficou tão popular quanto a versão que fizeram de “Anarchy In The Uk” no clássico So Far, So Good... So What!, mas ainda assim ficou matadora. Não poderia haver final melhor para esse disco.

Hidden Treasures é um trabalho curto. São 8 músicas e pouco mais de meia hora de som, mas ainda assim é um disco bem divertido e que vale a pena ter em sua coleção.

Nota: 8,0 / 10,0
Status: Divertido

Faixas:
      01)   No More Mr. Nice Guy
      02)   Breakpoint
      03)   Go To Hell
      04)   Angry Again
      05)   99 Ways To Die
      06)   Paranoid
      07)   Diadems
      08)   Problems

domingo, 2 de outubro de 2016

Novos Bahianos – Compacto RGE:



Por Davi Pascale

E a galera da Polysom resgata mais um compacto histórico. Lançado originalmente em 1970, esse disquinho é considerado um dos itens mais raros da discografia do lendário Novos Baianos. Muito bacana ver esse produto de volta às lojas.

Esse Novos Baianos, à época Novos Bahianos, é um pouco diferente do Novos Baianos que estamos acostumados. Sem contar com os vocais característicos de Baby Consuelo, atual Baby do Brasil, esse 7” foi gravado em uma fase de transição.

Nessa época, a formação era mais enxuta. No primeiro LP, É Ferro Na Boneca, apenas Moraes Moreira, Luiz Galvão, Paulinho Boca de Cantor e Baby Consuelo eram considerados integrantes da banda. O restante da moçada, era considerada músico de apoio e se apresentavam com o nome de Os Leifs. Curiosamente, Baby não participou das gravações desse compacto, daí a capa com apenas 3 rostos desenhados.

Era comum, nos anos 70 e 80, os artistas lançarem compactos. Para quem não viveu a época, trata-se de um disco de vinil em tamanho menor (7” no lugar dos 12” habituais) com poucas faixas. Os mais comuns eram os de 2 faixas (compacto simples) e os de 4 faixas (compacto duplo). Apesar da expressão ‘duplo’, era um disquinho só com 2 músicas de cada lado. A expressão ‘duplo’ é porque vinha o dobro de faixas.  Eram, mais ou menos, como os CD´s singles dos anos 90/00. Às vezes, lançavam um produto repleto de material inédito, mas na maioria das vezes, era focada a música de trabalho.

No caso desse disco, o material era inédito. Essas 4 canções não foram incluídas em nenhum LP do conjunto, por isso era um ítem tão cobiçado entre os colecionadores. Nessa época, os garotos ainda apostavam em uma sonoridade mais roqueira, não exploravam tanto seu lado João Gilberto. Relação que influenciaria diretamente o rumo de suas composições a partir de então.

Os arranjos apresentados aqui eram mais rock n roll, ainda não tinha a influência do samba, da MPB e da bossa nova de maneira tão presente nos arranjos. “Psiu” aposta num rock n roll lisérgico, psicodélico, com um ‘q’ de Tropicália (influencia sentida nos experimentalismos), já “29 Beijos” era o oposto. Se tirarmos a guitarra levemente distorcida, temos uma balada altamente influenciada pela Jovem Guarda (influência presente em seu primeiro álbum).

“Globo da Morte”, embora seja bem rock n roll, já trazia uma influencia, de leve, da MPB, daí eu dizer que esse compacto representava uma transição. A influencia pode ser sentida, com clareza, no arranjo dos violões. “Meu Mini Planeta Iris” é minha favorita do compacto com um arranjo mais suingado, quase um blues.

Esse disco ficou conhecido entre os fãs pelo nome de Psiu, nome da primeira música do disco e retornou recentemente às lojas em CD e Compacto. Quem curte a banda, aproveita agora porque esse disco de época é caro. E quem gosta de rock brasileiro, também vale a pena correr atrás, afinal trata-se de um registro histórico. Fica a dica...

Nota: 9,0 / 10,0
Status: Histórico

Faixas:
      01)   Psiu
      02)   29 Beijos
      03)   Globo da Morte
      04)   Meu Mini Planeta iris

sábado, 1 de outubro de 2016

Notícias do Rock



Fique por dentro das ultimas novidades do mundo do rock. Nessa semana, notícias sobre grandes ícones do rock. Confira a seguir...

Por Davi Pascale

Phil Campbell divulga musica de sua nova banda



O guitarrista do Motorhead, Phil Campbell, está de banda nova. Phil Campbell And The Bastards Son lançara seu primeiro album dia 18 de Novembro. O disco de 5 faixas foi produzido por Todd Campbell e mixado por Cameron Webb, que já chegou a trabalhar com o Motorhead. Confira a primeira musica de trabalho do grupo...


Metallica lança segundo single de Hardwired



Quem também estará lançando álbum, no mesmo 18 de Novembro, são os veteranos do Metallica. Enquanto o disco não vem, os músicos soltam mais um aperitivo do novo trabalho. Confira o novo som dos caras.


Queen lança box com apresentação no Brasil



Queen On Air chegará às lojas dia 4 de Novembro. Como já é comum nos dias atuais, o disco está sendo lançado em diferentes versões. A mais completa é uma versão com 6 discos que contará com diversas entrevistas  e os melhores momentos de um show que realizaram na Alemanha em 1986 e no Estádio do Morumbi em 1981. Essa é a primeira vez que a apresentação de São Paulo é lançada oficialmente.


Ace Frehley de volta ao Kiss?



O gordinho Eddie Trunk botou lenha na fogueira essa semana, ao declarar que existem negociatas para que o Ace Frehley retorne ao Kiss. No entanto, nada foi confirmado pela banda e nem pelo guitarrista, que alega não ter recebido nenhum convite ainda. Existe um segundo boato de que a negociação não seria para que ele voltasse em definitivo, mas sim para que fizesse uma turnê em conjunta. Segundo dizem, a ideia seria de que ele abrisse o show do Kiss ao lado de sua banda solo e depois se juntasse ao Kiss para tocarem algumas musicas juntos no final do show. Esperaremos para ver o que irá acontecer...


Saxon: homenagem à Lemmy em novo álbum



Quem já está com novo álbum engatilhado é a rapazeada do Saxon. O vocalista Bill Byford afirma que uma canção intitulada “They Played Rock n´ Roll” estará no próximo disco da banda. Segundo o cantor, a parte instrumental foi criada pelo baixista Nibbs Carter e segue o espírito Motorhead. Em entrevista à Classic Rock Magazine, Byford afirmou que a letra “é sobre a turnê do Bomber e do Ace Of Spades. Foi quando nós nos conhecemos. Na Bomber tour, nós dividimos o palco com eles. Fala sobre aquilo, sobre o álbum No Sleep ´Til Hammersmith e a cena dos anos 80 que veio a seguir”. Interessante...

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Blackberry Smoke – The Whippoorwill (2012):



Por Davi Pascale

Trago hoje uma dica bem legal. Mais uma banda da nova geração que está fazendo um som realmente cativante. Me refiro à galera do Blackberry Smoke....

Trata-se de uma banda de Atlanta que faz um som mais puxado para o southern rock. Ou seja, traz bastante influencia de country e soul.  Esse trabalho foi lançado na época em que eles começaram a crescer na cena. Poucos meses após o lançamento desse álbum, estavam dividindo palco com grandes nomes como ZZ Top e Lynyrd Skynyrd.

Eles já tinham começado a dar o que falar no seu segundo álbum, Little Piece of Dixie (2009). Embora não tenham hits de FM, o prestígio deles vem crescendo à cada ano que passa. Os garotos vêm criando uma base sólida de fãs devido aos shows que vêm realizando e ao apoio da mídia especializada. “Sinto como se tivesse um álbum numero 1. Os cilindros estão pegando fogo. Nós viemos do nada”, comenta Charlie Starr em recente entrevista à Classic Rock Magazine.

Esse aqui é o terceiro deles. The Whippoorwill é um trabalho bem consistente e bem variado, ainda que a influência 70´s seja uma constante em todo o disco. As mais rocks são “Six Way To Sunday” que traz uma pegada meio rock de arena e “Shakin´ Hands With The Holy Ghost”, que aposta em um ar mais Black Crowes. “Pretty Little Lie” traz um arranjo mais lento, com uma pegada meio Tom Petty. O ar country começa a aparecer com força em “Everybody´s She´s Mine”.

Starr tem uma bela voz para o gênero, combina direitinho com o som da banda, mas possui um sotaque menos carregado do que estamos acostumados com outros artistas da cena. Se isso é bom ou ruim, vai depender de cada ouvinte. As características principais estão todas aqui: os teclados de fundo, as guitarras com slide, os vocais bem colocados, os backings encorpados.

“Ain´t Much Left Of Me” é Lynyrd Skynyrd total, assim como a balada “Sleeping Dogs”. Outras duas que devem fazer a cabeça dos fãs da família Van Zant são “Crimson Moon” e “Lucky Seven”.

Ainda que o álbum seja variado, é bem consistente. O material prende a atenção do início ao fim. Isso deve-se não apenas pelas deliciosa linhas vocais, mas também pelo ótimo trabalho de guitarra criado por  Paul Jackson. O cara é bom tanto de riff, quanto de solo. A guitarra base é executada pelo cantor da banda.

A galera do Blackberry Smoke tem realizado um trabalho bem consistente e tem demonstrado ser um dos grupos mais interessantes dessa nova leva de artistas. Se você curte grupos Lynyrd Skynyrd, 38 Special e Allman Brothers pode ir sem medo que a diversão é garantida.

Nota: 8,0 / 10,0
Status: Southern de alto nível

Faixas:
      01)   Six Ways To Sunday
      02)   Pretty Little Lie
      03)   Everybody Knows She´s Mine
      04)   One Horse Town
      05)   Ain´t Much Left For Me
      06)   The Whippoorwill
      07)   Lucky Seven
      08)   Leave a Scar
      09)   Crimson Moon
      10)   Ain´t Got The Blues
      11)   Sleeping Dogs
      12)   Shakin´ Hands With The Holy Ghost
      13)   Up The Road