terça-feira, 22 de março de 2016

Autoramas – O Futuro dos Autoramas (2016):





Por Davi Pascale

Álbum criado através do sistema de crowdfunding é o primeiro da nova formação. Disco traz EP virtual de 2015, 8 músicas inéditas e muito rrrrock.

A nova formação, quase um supergroup, vem dividindo opinião entre os antigos fãs. Muitos ainda não aceitam a ideia de dois integrantes terem pedido as contas simultaneamente. Mas, ao que tudo indica, foi exatamente isso que rolou. A própria Flavia Couri já deu entrevista dizendo que ela pediu para sair e não houve briga envolvida.

Musicalmente falando, estão em um ótimo momento. Tive a oportunidade de assistir um show deles no ano passado. A banda estava com uma puta energia e os novos músicos casaram como uma luva na sonoridade do grupo. Frederico Castro (o Fred dos Raimundos) trouxe uma dose extra de peso. Érika Martins (ex-cantora do Penélope), além de ser a melhor voz feminina que já passou pelo grupo, trouxe um ar de teatralidade. Melvin (Carbona) tocava com bastante segurança. Sem duvida, atravessam um ótimo momento.

O Futuro dos Autoramas foi criado através do sistema de crowdfunding. Ou seja, com apoio de seus fieis seguidores. Essa galera que contribuiu com o disco (onde estou incluso), deverá receber o material no final de Abril, mas os músicos já disponibilizaram o disco na íntegra nas plataformas digitais. É por essa razão que estou fazendo essa resenha antes do disco chegar às lojas.

As influências do grupo permanecem as mesmas. A sujeira do noise, o pop da Jovem Guarda, a pegada rockabillly, o instrumental meio surf, os covers inusitados. Todas as características principais seguem intactas. Disco muito bem pensado.

A nova formação do Autoramas: Gabriel Thomaz, Erika Martins, Frederico Castro e Melvin

O casal Gabriel Thomaz e Erika Martins (sim, eles são casados) haviam criado um EP virtual pouco tempo atrás. A bateria havia sido gravada pelo Fred (que até então estava acompanhando a Erika em sua carreira-solo). Sendo assim, por que não utilizar o material? As 4 músicas do EP vieram para cá.

“Rolo Compressor” foi lançado originalmente em Modinhas, terceiro álbum solo da Erika. A linha vocal é a mesma, mas o arranjo ganhou uma dose extra de sujeira e experimentação. “Be My Baby” foi gravado originalmente pelas Ronettes, trio pop feminino produzido pelo lendário Phil Spector. Mas, ao contrario do que se pode imaginar, o vocal principal foi gravado pelo Gabriel. A música também ganhou um arranjo mais direto, com umas guitarras distorcidas, bem distante da música original. “A Sua Vinda Até Aqui” e “Demais” trazem uma pegada mais pop. Essa última me levou de volta aos tempos de Buganvilia por conta da linha vocal.

O disco traz ainda 8 gravações inéditas. As 4 primeiras são as melhores do disco. Quem já conferiu o show deles, certamente já ouviu as faixas “Verão”, “O Que Você Quer” e “Quando a Polícia Chegar”. Faixas que tinham de tudo para se tornarem grandes hits, caso ganhasse uma execução nas rádios. “What You Mean To Me” é uma balada onde a dupla divide o vocal, com um arranjo bem sutil, trazendo aquela pegada inocente do rock do início dos anos 60. Repleto de vocalizações, batida simples e direta. Um álbum do Autoramas não seria um álbum do Autoramas sem uma faixa surf instrumental. Aqui temos “Telecatch”, onde Gabriel deixa nítida sua influência de Dick Dale, The Chantays e The Ventures. Para encerrar, temos uma versão bem bacana de “Garotos II”, canção pop do primeiro LP solo do cantor/compositor Leoni (Kid Abelha, Heróis da Resistência). Todo mundo que viveu os anos 90, se lembra desse som.

O Futuro dos Autoramas traz tudo na dose certa. Músicas para sacudir o esqueleto, refrãos fáceis de memorizar e cantar junto, bateria direta e eficiente. A sujeira do noise, o vibrato do surf, a melodia do bubblegum. Quem curte o som dos rapazes pode ir sem medo. A formação mudou, mas a essência segue intacta. 

Nota: 7,5 / 10,0
Status: Consistente

Faixas:
      01)   Quando a Polícia Chegar
      02)   Problema Seu
      03)   Verão
      04)   O Que Que Você Quer
      05)   Demais
      06)   What You Mean To Me
      07)   Rolo Compressor
      08)   Be My Baby
      09)   Jet To The Jungle
      10)   A Sua Vinda Até Aqui
      11)   Telecatch  
      12)   Garotos II – O Outro Lado

segunda-feira, 21 de março de 2016

Dream Theater – The Astonishing (2016):



Por Davi Pascale

Novo álbum do Dream Theater chega às lojas brasileiras. Disco mantém nível de excelência dos músicos e traz algumas novidades. O trabalho deve dividir opiniões.

Comecei a acompanhar o Dream Theater quando eles lançaram o Images And Words, por indicação de um lojista da Aqualung (Galeria do Rock). Vim de lá para cá, acompanhando cada CD, cada VHS. Mais tarde, cada DVD. Embora considere Mike Mangini um excelente músico, sinto falta do Mike Portnoy. Principalmente no aspecto de composição, mas vamos lá...

The Astonishing é um pouco diferente daquilo que costumamos esperar do Dream Theater. Conta com coros, orquestrações, uma sonoridade mais limpa e com alguns momentos épicos. Considero-o mais próximo de uma Opera Rock do que um álbum de Prog Metal. Acho bacana quando o artista sai da zona de conforto. Quando dá a cara para bater.

Quando foi anunciado a relação das músicas e vi que se tratava de um projeto conceitual, imaginava que explorariam bastante o universo das vinhetas e manteriam as músicas longas. Essa é a primeira mudança. São pouquíssimos interludes. As músicas estão, em sua maioria, mais curtas mesmo. Nenhuma canção aqui com 15, 20, 30 minutos.

Outra mudança que notei foi o trabalho vocal de James LaBrie, explorando uma região mais baixa, sem atacar tanto a voz para cima. Mike Mangini, por outro lado, continuo esperando a revolução. Tem uma puta técnica, segurou muito bem a difícil tarefa de substituir Portnoy, mas em relação à criação me deixa a desejar. Me dá a impressão que cria pensando ‘o que Portnoy faria aqui’. Falta algo para marcar o território dele. Também gostaria de um maior cuidado na hora de registrar o som dos pratos.

Dream Theater solta álbum duplo conceitual

Como disse, o CD é conceitual. A história foi criada pelo guitarrista John Petrucci. Falando em linhas gerais, tudo ocorre em 2285. Nesse mundo imaginário, controlado pelo Grande Império do Norte, a música é totalmente criada por máquinas. Os humanos não têm mais influência na música produzida. E um grupo de rebeldes vai tentar tomar o lugar. O tema é bem atual. Realmente a música vêm ficando cada vez mais mecânica. Até mesmo nos métodos de gravação. Hoje em dia, é comum cada um gravar na sua cidade, em estúdios diferentes e mandar a gravação por e-mail. Algo inimaginável no início do rock n roll quando os músicos gravavam tocando ao vivo, um de frente para o outro. Entretanto, do jeito que a história foi construída, senti uma influência de 2112 (Rush). Será viagem minha ou será que a ideia nasceu daí?

Embora seja um álbum duplo, não é muuuuito longo. Pouco mais de 2horas. Dos álbuns realizados com Mike Mangini, esse foi o que mais me agradou. Já dos trabalhos conceituais, continuo considerando Metropolis Part 2: Scenes From a Memory, a melhor aventura dos garotos no gênero. O disco, contudo, é bem legal. Trabalho muito bem arranjado. Vale a pena ouvir com atenção acompanhando os detalhes, lendo as letras com calma. Existem vários momentos que são uma verdadeira viagem.

Justamente por essa abordagem mais diferenciada (vocal mais na manha, bastante momentos calmos, coros, influência épica, etc) acredito que muitos fãs irão torcer o nariz em um primeiro momento. O CD é bom, mas requer uma audição mais cuidadosa. Momentos de destaque: “The Gift of Music”, “Chosen”, “A New Beginning”, “Moment of Betrayal”, “ The Walking Shadow” e “Our New World”.

Nota: 7,5 / 10,0
Status: Diferenciado.

Faixas:
CD 01:
      01)   Descent Of The Nomacs
      02)   Dystoipian Overture
      03)   The Gift Of Music
      04)   The Answer
      05)   A Better Life
      06)   Lord Nafaryus
      07)   A Savior In The Square
      08)   When Your Time Has Come
      09)   Act Of Faythe
      10)   Three Days
      11)   The Hovering Sojourn
      12)   Brother, Can You Hear Me?
      13)   A Life Left Behind
      14)   Ravenskill
      15)   Chosen
      16)   A Tempting Offer
      17)   Digital Discord
      18)   The X Aspect
      19)   A New Beginning
      20)   The Road to Revolution

CD 02:
      01)   2285 Entr´Acte
      02)   Momento f Betrayal
      03)   Heaven´s Cove
      04)   Begin Again
      05)   The Path That Divides
      06)   Machine Chatter
      07)   The Walking Shadow
      08)   My Last Farewell
      09)   Losing Faythe
      10)   Whispers On The Wind
      11)   Hymn Of a Thousand Voices
      12)   Our New World
      13)   Power Down 
      14)   Astonishing

domingo, 20 de março de 2016

Os 5 álbuns que mudaram minha vida

Por Rafael Menegueti

Hoje decidi fazer um texto diferente. Em vez de uma resenha sobre algum disco novo ou coisa do tipo, optei por algo mais pessoal. Abro espaço agora para falar de álbuns que mexem mais com minha emoção do que com a razão (o que eu costumo usar para falar de música aqui no blog na maior parte do tempo). Preparei uma pequena lista de cinco discos que mudaram minha vida, não por serem geniais ou os melhores, mas por terem influenciado meu modo de ouvir música, meus gostos e marcado momentos importantes para mim.

Linkin Park – Hibrid Theory (2001)


Antes do Linkin Park eu ouvia música sem ligar muito pro que fosse. Pode parecer mentira, mas foram eles que me fizeram me interessar por rock de vez. Cheguei a comentar no primeiro post que fiz pro blog. Ouvia direto, repetidamente, sem parar. A mistura de elementos de metal e hip-hip, o peso dos riffs e os vocais eram os ingredientes principais para me tornar fã da banda. Até hoje, mesmo depois de me aprofundar muito mais no gênero e suas vertentes, considero este um dos álbuns de rock que mais me marcaram.


Silverchair – Diorama (2002)


Esse é o disco da minha vida. O meu favorito disparado, e provavelmente nunca perderá esse posto. Se o Linkin Park me trouxe de vez pro rock, foi com esse álbum do Silverchair que eu descobri o quanto o estilo pode ser abrangente entre peso e suavidade. Diorama me fez apreciar mais músicas com arranjos orquestrais, pianos e acústicas. E também me empolgava muito com as faixas mais agitadas, que mostravam influências claras de bandas como Black Sabbath. E a banda então virou minha favorita durante toda minha adolescência.



Epica – Design Your Universe (2009)


Há algum tempo eu desenvolvi uma certa predileção por algumas bandas com vocais femininos. Muitas delas fazem parte da cena do metal sinfônico, entre elas a que me fez começar a buscar mais desse universo, o Epica. Comprei o Design Your Universe quase às cegas, tendo ouvido apenas uma música da banda antes. Não me arrependi. Tudo nesse álbum me soa fantástico. O contraste dos belos vocais de Simone Simons com os guturais brutais de Mark Jansen, os solos, as orquestrações e os arranjos. Foi aqui que eu abri a porta para sonoridades ainda mais variadas dentro do metal.



Avenged Sevenfold – Avenged Sevenfold (2007)


A banda é uma das mais controversas, daquelas “ame ou odeie”, mas pra mim ela teve muita importância. Foi quando ouvi o álbum homônimo dos californianos do Avenged Sevenfold que eu me aproximei do metal mais atual que surgiu a partir dos anos 00 na América do Norte. Eles foram a porta de entrada pra que eu conhecesse muito da cena metalcore, e também do chamado “new wave of American heavy metal”, que eu ainda não havia experimentado. Nesse disco a banda explorou uma musicalidade muito maior do que nos anteriores, e por isso ele me agradou tanto.



Smashing Pumpkins – Siamese Dream (1993)



Outra de minhas paixões na música são bandas alternativas, principalmente as que surgiram entre o final dos anos 80 e anos 90. O Smashing Pumpkins figura entre uma de minhas favoritas até hoje. A sonoridade da banda sempre me causou arrepios, e Siamese Dream é o disco que possui muitas de minhas faixas favoritas da banda de Billy Corgan, que eu descobri enquanto assistia a um antigo programa de música que passava à noite na TV Cultura. Nem preciso falar da nostalgia que ouvir esse álbum me causa.


sábado, 19 de março de 2016

The Cult – Hidden City (2016):





Por Davi Pascale

The Cult volta à atacar. A trupe liderada por Ian Astbury e Billy Duffy, lança seu décimo álbum. Material é responsável por encerrar trilogia e traz uma banda forte remetendo à diferentes fases de sua carreira.

Nunca sabemos o que esperar do The Cult. Os caras podem parar do nada. Podem sair lançando disco atrás de disco. Podem seguir o som de álbum anterior. Podem vir com algo totalmente diferente daquilo que estávamos esperando.

No Brasil, sua fase mais popular é a fase com uma pegada mais hard rock (Electric-Ceremony), mas a discografia dos garotos vai mais além. Já tiveram uma pegada mais gótica, já flertaram com o eletrônico. Já fizeram de tudo um pouco. Hidden City é, provavelmente, seu disco mais variado. Aqui, encerram a trilogia iniciada no (ótimo) Born Into This (2007). Mas o novo álbum é um pouco menos para cima, um pouco mais sombrio, do que seus dois antecessores.

Os grandes destaques continuam sendo as guitarras de Billy Duffy e os vocais de Astbury. Vi algumas pessoas reclamando da voz dele. Não sei como está sua performance nos palcos, mas no disco, achei boa. Está dentro daquilo que esperava.

“Goat” e “Dark Energy” são as duas que trazem um arranjo mais hard, com um ar mais festivo. Nos levam imediatamente ao auge do grupo. “Birds of Paradise” e “In Blood” nos remetem aos anos iniciais, contando com uma forte influência de pós-punk. Enquanto faixas como “Hinterland” nos leva à fase U2. Como disse anteriormente, o álbum tem uma pegada meio sombria. E isso fica evidente em músicas como “No Love Lost”, “Lillies” ou “Sound And Fury” (essa, a mais fraca do CD, na minha opinião). 

Grupo retorna com álbum consistente e variado

O time que está em volta deles é sensacional. Na bateria, temos o monstro John Tempesta (Testament, White Zombie). No baixo, o experiente Chris Wyse (Mick Jagger, Ace Frehley). Na produção, mais uma vez, o lendário Bob Rock. Essa já é a quinta vez que trabalha com os garotos. Tiro certeiro. Sabe exatamente como tirar o melhor da banda. Embora usem referências ao passado, o disco tem um pé no presente. É como se fosse o velho Cult estivesse se adaptando ao hoje. 

Quem colocar Hidden City esperando se deliciar com um ótimo álbum de rock n´ roll, irá se satisfazer. Quem estiver esperando um álbum com uma sonoridade 80´s, algo como um novo Sonic Temple, um novo Electric, poderá se decepcionar. De minha parte, satisfeito! 

Nota: 8,0 / 10,0
Status: Consistente e variado

Faixas:
      01)   Dark Energy
      02)   No Love Lost
      03)   Dance The Night
      04)   In Blood
      05)   Birds of Paradise
      06)   Hinterland
      07)   Goat
      08)   Deeply Ordered Chaos
      09)   Avalanche of Light
      10)   Lilies
      11)   Heathens  
      12)   Sound and Fury

sexta-feira, 18 de março de 2016

Notícias do Rock (pra não ficar por fora)

Por Rafael Menegueti

Nervosa divulga detalhes de novo disco

O trio Nervosa
A banda de thrash metal paulista Nervosa divulgou na última semana a capa e tracklist de seu novo álbum, Agony. O disco, que será lançado no dia 03 de junho, mais uma vez pela Napalm Records, é o segundo da carreira do trio feminino. Recentemente a banda esteve em turnê pela América do Norte, divulgando seu primeiro álbum Victim of Yourself. Confira a capa e faixas do novo disco abaixo:


1. Arrogance
2. Theory Of Conspiracy
3. Deception
4. Intolerance Means War
5. Guerra Santa
6. Failed System
7. Hostages
8. Surrounded By Serpents
9. CyberWar
10. Hypocrisy
11. Devastation
12. Wayfarer (Bonus Track)

Baterista deixa o In This Moment

Tom Hane ficou 4 anos na banda
Depois de quatro anos, o baterista Tom Hane deixou a banda de metal alternativo In This Moment. O músico, que havia entrado na banda em 2011, gravou nos dois últimos álbuns do grupo (Blood, de 2012, e Black Widow, de 2014). Segundo o próprio, o motivo de sua saída vem da intenção de focar em outros projetos musicais. A banda não anunciou um substituto até o momento.

Lacuna Coil apresenta informações de seu novo álbum

Capa de Delirium
Os italianos do Lacuna Coil liberaram mais informações sobre o seu aguardado novo disco, o oitavo da carreira da banda. O álbum, que já se sabia que se chamará Delirium, chegará às lojas no dia 27 de maio e contará com onze novas músicas. Esse será o primeiro álbum da banda após a saída de ambos os guitarristas, Maus e Cris Migliori, e do baterista Criz Mozzati. Quem ficou a cargo das guitarras e bateria no novo disco são, respectivamente, Daniel Sahagún e Ryan Folden. Confira a tracklist:

1. The House Of Shame
2. Broken Things
3. Delirium
4. Blood, Tears, Dust
5. Downfall
6. Take Me Home
7. You Love Me 'Cause I Hate You
8. Ghost In The Mist
9. My Demons
10. Claustrophobia
11. Ultima Ratio

Novo álbum de Tarja a caminho

Capa de The Shadow Self
Os fãs de Tarja também não terão de esperar muito por um trabalho novo. Depois de Ave Maria – En Plein Air, onde a cantora finlandesa interpretou releituras clássicas de canções inspiradas na oração que dá nome ao trabalho, agora a cantora irá voltar ao seu lado metal no disco The Shadow Self, que irá ser lançado em vários formatos no dia 05 de agosto. A tracklist do disco ainda não foi divulgada.

Avião do Iron Maiden sofre acidente em aeroporto do Chile

Os membros do Iron Maiden à frente do Ed Force One
Em turnê pela América Latina, o Iron Maiden passou por um susto durante sua passagem pelo Chile. Isso porque o Ed Force One, avião particular da banda que os leva ao redor do mundo em suas turnês, sofreu um pequeno acidente no aeroporto internacional de Santiago. A aeronave, um Boeing 747-400, estava sendo levada para ser reabastecida quando se soltou do reboque, colidindo com o mesmo. Dois operadores tiveram ferimentos leves e a nave sofreu danos nos motores. A turnê da banda segue normalmente, e o grupo já está no Brasil, onde ontem realizou seu primeiro show, no Rio de Janeiro.